Da magia de Crystal Fighters aos brilhos de Dua Lipa, os concertos foram incríveis até que o atraso de Lil Wayne obrigou Martin Garrix a atuar primeiro. Ainda assim, nada estragou este quarto dia de MEO Sudoeste.
Foto: Organização MEO Sudoeste
PROVADOR

Qual é afinal o impacto socioeconómico do MEO Sudoeste na região?

A resposta a esta questão é o que a Câmara Municipal de Odemira e o Instituto Politécnico de Beja querem saber. Por isso, em conjunto, vão promover um estudo para avaliarem de que forma o festival MEO Sudoeste contribui para mudanças ao nível social, cultural e económico da região alentejana.

Há precisamente duas décadas que aconteceu a primeira edição do evento, uma realidade distante que completamente diferente do que acontece agora, de acordo com os habitantes.

Um conjunto de investigadores do politécnico de Beja, em parceria com a autarquia local, vai lançar os primeiros resultados durante os primeiros três meses do próximo ano. Este estudo surge na tentativa de avaliar o impacto, em diversas frentes, do evento no concelho de Odemira.

Todos os anos, por esta altura, a Herdade da Casa Branca e, consequentemente, as regiões à volta, recebem milhares de pessoas para um evento que dura, normalmente, nove dias.

Uma quantidade significativa de pessoas que, em agosto, faz mexer os setores económico, social e cultural de uma região onde, durante o resto do ano, pouco acontece.

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